SINOPSE:
Numa casa portuguesa fica bem…. Um napperon. Essa é a opinião de D. Amalia, bordadeira e fio condutor desta história. Conta-se as origens das rendas e bordados ate ao seu desuso e ao inesperado regresso, tanto na arte contemporânea de Joana Vasconcelos como no design de roupa com napperons aplicados, e a decoração de um bar cujo sugestivo nome é Napron. Há ,por fim, o tricot de guerrilha, um movimento de revolta que anda na rua de agulhas em punho. |